Tendências educacionais para o ensino de idiomas

Descubra as tendências educacionais em idiomas: gamificação, digitalização, ensino híbrido e interdisciplinaridade. Saiba como aplicar com seu alunos!

Gestão escolar
06/12/2023
Por: Brunna Silva Busch
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Você já deve ter ouvido falar sobre isso: estamos vivendo novos tempos e, desta forma, o ensino de idiomas tem se transformado a cada dia nas instituições de ensino.

Menino sorri na frente de uma lousa com palavras em diversos idiomas.

Vem com a gente descobrir as principais tendências para o ensino de idiomas!

GAMIFICAÇÃO

Tornar o aprendizado leve e lúdico é um dos principais hacks da educação. Afinal, desta maneira, os alunos aprendem de forma natural e, ao mesmo tempo, podem se divertir. Utilizar games – como o bom e velho STOP ou as mais recentes tecnologias de interação com idiomas – ou até mesmo conceitos de jogos nas aulas facilita o aprendizado e, além disso, trabalham habilidades como a comunicação, a concentração e a colaboração nos trabalhos em grupo.

AMBIENTAÇÃO DIGITAL

Que tal oferecer plataformas de ensino e atividades online? Na era da digitalização, o ensino de idiomas também deve se transformar e se adequar às novas práticas. Neste momento, é comum vermos, por exemplo, o movimento de bibliotecas físicas disponibilizarem seu acervo também no ambiente digital, o que oferece mais praticidade e o melhor: a ampliação do acesso a títulos cuja versão física seria uma raridade.

ENSINO HÍBRIDO

Mesclar o ensino presencial com o ensino virtual, o síncrono com o assíncrono é uma das mais fortes tendências do momento. E, claro, o ensino de idiomas não fica de fora! Com essa terceira via, os alunos podem ditar seu próprio ritmo de aprendizagem, ter acesso a diversas informações na palma da mão e o engajamento tende a ser crescente. Afinal, o uso de tecnologias é uma excelente maneira de fomentar o interesse de quem está cada vez mais conectado à internet.

INTERDISCIPLINARIDADE

Expandir o vocabulário é um dos grandes desafios do estudante de idiomas. Mas, temos uma ótima solução: a interdisciplinaridade. Com ela, os alunos podem discutir o conteúdo de diferentes componentes curriculares – como ciências e história – em inglês. Desta maneira, eles poderão praticar o idioma em situações reais de uso da língua,. Foi-se o tempo em que aprender um novo idioma se resumia à famosa decoreba. Hoje, o que buscamos é a criação de experiências cheias de sentido e análogas ao dia a dia do estudante.


Dicas anotadas? Então, agora, nos responda: o que todas elas possuem em comum?